As mamães as vezes se desesperam ao ver seu filho (a) chorando. Mas o choro é a forma que o bebê tem de se comunicar. Portanto, não se desespere!
Quando o bebê começa a chorar surgem diversas dúvidas: O que eu faço? O que ele (a) tem? Por que não para de chorar?
Mas com o tempo e convivência será mais fácil de identificá - lo e descobrir o significado de cada choro.
Choro de Fome: gemidos semelhantes a um apelo que não param quando se faz carinho nele.
Fralda suja ou roupa desconfortável: choro fraco e estridente.
Dor: grito agudo seguido de um pequeno intervalo.
Cólica: choro agudo e, normalmente a criança estica e encolhe as pernas. Uma dor intensa.
Sono: a criança se torna agitada e seu choro é nervoso.
Frio ou calor: é um choro copioso de desconforto.
Mas lembre-se as crianças não são iguais, portanto, o choro varia de uma para outra.
bjbj
Flá
Madú Maduela - Baby
Aqui vou relatar meu dia a dia como mãe e de minha filha Maria Eduarda, dividir informações e trocar experiências com vocês mamães!
segunda-feira, 25 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Meu filho, você não merece nada
Oi Mamães.
Há algum tempo atrás fiz um post no meu Face https://www.facebook.com/FlaviaHara sobre esta matéria que li e gostei muito.
Resolvi compartilhar com vocês.
Meu filho, você não merece nada
Espero que tenham gostado.
bjbj
Flá
Há algum tempo atrás fiz um post no meu Face https://www.facebook.com/FlaviaHara sobre esta matéria que li e gostei muito.
Resolvi compartilhar com vocês.
Meu filho, você não merece nada
"Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba."
(Eliane Brum)
Espero que tenham gostado.
bjbj
Flá
quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Bebês e o Sono
Que mãe que nunca se perguntou: Quando é que meu bebê vai dormir uma noite inteira?
Estou neste dilema há algum tempo. É um tema bem complexo, eu poderia ficar escrevendo horas e horas aqui, mas vou tentar dar uma resumida.
Comprei dois livros para que pudesse tirar algumas duvidas, mas quer saber? Fiquei mais neurótica.
Nana Nenê
Fala sobre como cuidar do seu bebê para que ele durma a noite toda de forma natural. Tem 179 páginas. Sou um pouco contra ao método deste livro, pois diz pra deixar o bebê chorar até pegar no sono, que varia de minutos a hora. Há quem conseguiu fazer e gostou do resultado. Eu sinceramente não conseguiria deixar a Maria Eduarda chorar nem por 10 minutos.
A Encantadora de Bebês
Fala sobre sono, alimentação e comportamento. Dá dicas também de como fazer seu bebê dormir em cada fase . Tem como método o E.A.S.Y significado: Alimentar – se (Eating),dedicar-se a alguma Atividade (Activity) e Dormir (Sleep) o que deixa um pouco de tempo para Você (You). Tem 405 páginas, mas tira diversas duvidas, eu gostei muito do livro, mas para alguns métodos precisa de muita paciência, dai vai de você estar bem disposta para fazer.
Dica: Livros ajudam, mas começe a ler quando estiver grávida, assim você poderá colocar em prática desde o começo e dai sim quem sabe poderá funcionar e muita, muita paciência.
Eu ainda tenho muitas dificuldades em fazer a Madú dormir e ficar a noite inteira dormindo, talvez porisso eu não seja a pessoa certa a dar dicas, mas de uma coisa eu tenho certeza: “QUANDO VOCE PENSA QUE A SITUAÇÃO ESTA SOB CONTROLE....TUDO MUDA!” (palavras de Tracy Hogg - A encantadora de bebês).
Confesso que já fiz diversas coisas como por exemplo:
Dar água ao invés de leite durante a madrugada (comigo não funcionou, a Madú chorou demais).
Dei cházinho de Camomila para acalmar e dar mais soninho.
Chupeta, tapinhas no bumbum, ninar, embalar.....pff, nada esta dando certo.
Bom, agora marquei consulta com uma pediatra/homeopata, quero ver se ela me receita algum floral pra Madú e se der certo, volto aqui pra contar ;)
E se tiverem algumas dicas, estou toda ouvidos rsrs.
bjbj
Flá
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Mamãe, bebê e o berçário
Hoje vou contar sobre a ida da Maria Eduarda ao berçário.
A fase de adaptação foi bem dificil, nos primeiros dias a Maria Eduarda chorava muito, mas logo se acostumou e até risadinhas para as "tias" ela já dava, esses "bichinhos"se acostumam em qualquer lugar, lógico, você tem que ter confiança onde esta colocando o seu pequenino (a).
Na verdade acho que a fase de adaptação é mais para as mamães, pois é tão dificil não é mesmo? Coração fica apertado!!
Bom do berçário: O legal é que o bebê segue toda uma rotina/ horários que inclui almoço, mamadeira, soneca, banho, estimulação entre outros. Criança no berçário é criança mais esperta e independente, pelo menos é o que eu e as mães acham.
Ruim do berçário: Doenças! Não posso negar, a Maria Eduarda ficou doente, gripes e viroses. Mas todos os bebês estão sucetíveis a doenças, sendo dentro de casa ou fora. Onde há pessoas há doenças...fato!
Bom, no final das contas eu preferi sair do trabalho e curtir um pouco mais minha filha, mas antes coloquei tudo na balança e também não quero ficar fora do mercado por muito tempo, quero voltar logo a ativa..mulher tem que ser independente acima de tudo #ficadica.
Não vou tira la do berçário apenas deixei por menos tempo, ao invés de 10 horas, deixei por 4 a 6 horas. Não tenho dúvidas que o berçário deixou a Madú muito mais social (pois antes ela só queria ficar comigo), fez com que ela entrasse numa rotina e se desenvolveu muito mais. Sabe o mais legal?! A Madú esta no berçário da escolinha que eu estudei a 20 anos atrás, onde minha primeira professora ainda da aulas e a dona da escola lembra de mim, foi muito gostoso poder coloca la nesta escola...é como se fosse da familia sabe?!
Uma dica: sempre leve seu filho (a) semanas antes de voltar a trabalhar para adaptação, verifique a escola, professoras, limpeza e principalmente cuidados, para buscar chegue em horários alternados durante os dias, assim você poderá ver o que esta fazendo o seu baby ou o que estão fazendo com o seu baby. Sinta se segura ao colocar e deixar seu bebê, pois assim você se sentira segura para voltar a ativa.
Hoje toda aquela insegurança passou e posso dizer que além das doençinhas que vem junto no pacote rs, ela esta muito bem e eu cada dia gostando mais do berçário.
Conte você também sua história!!
Bjbj
Flá
A fase de adaptação foi bem dificil, nos primeiros dias a Maria Eduarda chorava muito, mas logo se acostumou e até risadinhas para as "tias" ela já dava, esses "bichinhos"se acostumam em qualquer lugar, lógico, você tem que ter confiança onde esta colocando o seu pequenino (a).
Na verdade acho que a fase de adaptação é mais para as mamães, pois é tão dificil não é mesmo? Coração fica apertado!!
Bom do berçário: O legal é que o bebê segue toda uma rotina/ horários que inclui almoço, mamadeira, soneca, banho, estimulação entre outros. Criança no berçário é criança mais esperta e independente, pelo menos é o que eu e as mães acham.
Ruim do berçário: Doenças! Não posso negar, a Maria Eduarda ficou doente, gripes e viroses. Mas todos os bebês estão sucetíveis a doenças, sendo dentro de casa ou fora. Onde há pessoas há doenças...fato!
Bom, no final das contas eu preferi sair do trabalho e curtir um pouco mais minha filha, mas antes coloquei tudo na balança e também não quero ficar fora do mercado por muito tempo, quero voltar logo a ativa..mulher tem que ser independente acima de tudo #ficadica.
Não vou tira la do berçário apenas deixei por menos tempo, ao invés de 10 horas, deixei por 4 a 6 horas. Não tenho dúvidas que o berçário deixou a Madú muito mais social (pois antes ela só queria ficar comigo), fez com que ela entrasse numa rotina e se desenvolveu muito mais. Sabe o mais legal?! A Madú esta no berçário da escolinha que eu estudei a 20 anos atrás, onde minha primeira professora ainda da aulas e a dona da escola lembra de mim, foi muito gostoso poder coloca la nesta escola...é como se fosse da familia sabe?!
Uma dica: sempre leve seu filho (a) semanas antes de voltar a trabalhar para adaptação, verifique a escola, professoras, limpeza e principalmente cuidados, para buscar chegue em horários alternados durante os dias, assim você poderá ver o que esta fazendo o seu baby ou o que estão fazendo com o seu baby. Sinta se segura ao colocar e deixar seu bebê, pois assim você se sentira segura para voltar a ativa.
Hoje toda aquela insegurança passou e posso dizer que além das doençinhas que vem junto no pacote rs, ela esta muito bem e eu cada dia gostando mais do berçário.
Conte você também sua história!!
Bjbj
Flá
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Maria Eduarda
Nasceu no dia 21/11/2011 as 22h43 uma linda menininha Maria Eduarda.
Veio pra iluminar a minha vida e de minha familia.
Hoje com 6 meses, ja grande e esperta.
Resolvi fazer o blog para relatar o dia a dia da Maria Eduarda e meu dia a dia como mãe.
Quero dividir informações, trocar experiências e compartilhar dicas.
Bjbj
Flávia
Veio pra iluminar a minha vida e de minha familia.
Hoje com 6 meses, ja grande e esperta.
Resolvi fazer o blog para relatar o dia a dia da Maria Eduarda e meu dia a dia como mãe.
Quero dividir informações, trocar experiências e compartilhar dicas.
Bjbj
Flávia
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